
Processo Criativo



Nossa
identi-dade
Nossa
identi-dade
Nossa
identi-dade
A Revista Sorcière nasce como um abrigo onde ideias transbordam, questionamentos viram pauta e os descontentamentos ganham a forma de artigo jornalístico. Aqui, o que costuma passar despercebido deixa de ser detalhe e assume o papel principal. Porque, às vezes, o que ninguém está olhando (ou o que fingem não olhar) é exatamente o que precisa ser visto.
Somos uma revista sobre pessoas, feita para pessoas que não se contentam com o título. Gente curiosa, inquieta, que lê nas entrelinhas, que duvida, que volta um parágrafo para entender melhor. Gente que ainda acredita que boas histórias não servem só para entreter, mas também para deslocar. A Sorcière existe justamente nesse território meio indisciplinar entre o jornalismo e a criação. Transitamos pela cultura, pela arte, pela política, pela educação e tudo aquilo que atravessa a vida real, sem pedir licença para caber em uma editoria rígida. Aqui, não existe pauta “pequena”.
Nosso símbolo carrega essa ideia.
O ciclo lunar nos lembra que tudo muda.
A rosa dos ventos aponta que há muitos caminhos.
O olho representa nossa essência, atenta e insubmissa.
No fim, o compromisso é simples, embora raramente fácil: permanecer fiel à própria verdade. Mesmo quando ela incomoda. Principalmente quando incomoda. A chama azul, que atravessa a nossa identidade, não está ali por estética. Ela é um aviso silencioso: a Sorcière não existe para agradar. Existe para iluminar o que foi ignorado, tensionar o que foi naturalizado e contar histórias que, de algum jeito, insistem em existir.
Se isso te provoca, te move ou te deixa um pouco desconfortável… então você já entendeu o espírito.
Bem-vindo à Sorcière. Aqui, a gente não finge que não viu.
